O tricô e o crochê do Paiva
Artista supera desemprego e preconceito com sua arte produzida na praça XV de novembro
Produzir peças de tricô e crochê é o ofício de Jefferson Sérgio de Paiva, 39. Seu "chão de fábrica" é a Praça XV de Novembro, onde passa o ponto em um dos bancos de madeira em frente à fonte e sob uma das figueiras. Seus clientes são os amigos que fez e admiradores que conquistou uando passavam pela praça. Gastaram ao menos cinco minutos vendo ele, com paciência, juntando fio por fio até terminar uma toalha de mesa, por exemplo.
A cor negra em um corpo magro e dreads no cabelo cobertos por uma boina revelam uma filosofia de vida. "Prefiro não ficar por aí vagabundeando. Só não trabalha quem não quer", diz ele, que já teve a carteira de trabalho assinada por boas empresas de Ribeirão.
Foi assalariado como estoquista, bagagista, auxiliar de almoxarifado e porteiro. A última demissão veio de forma inesperada em 2004. Sobrou-lhe tempo para observar a avó no alpendre fazendo crochê. Aprendeu "no olho" e depois com a ajuda de revistas. "Para minha avó é um passatempo, para mim é uma empresa, meu ganha pão", fala.
Paiva diz não se preocupar com o preconceito que sofre o homem que faz tricô. Ele prefere "continuar tecendo para quem aprecia a arte e não empilhando caixas numa empresa".
A cor negra em um corpo magro e dreads no cabelo cobertos por uma boina revelam uma filosofia de vida. "Prefiro não ficar por aí vagabundeando. Só não trabalha quem não quer", diz ele, que já teve a carteira de trabalho assinada por boas empresas de Ribeirão.
Foi assalariado como estoquista, bagagista, auxiliar de almoxarifado e porteiro. A última demissão veio de forma inesperada em 2004. Sobrou-lhe tempo para observar a avó no alpendre fazendo crochê. Aprendeu "no olho" e depois com a ajuda de revistas. "Para minha avó é um passatempo, para mim é uma empresa, meu ganha pão", fala.
Paiva diz não se preocupar com o preconceito que sofre o homem que faz tricô. Ele prefere "continuar tecendo para quem aprecia a arte e não empilhando caixas numa empresa".

Adorei ele
ResponderExcluirAdorei isso!!!!
Conheço muita gente quepreere não fazer nada por aí!
Gostei mesmo dele!
Também amo croche!
bjs
Maravilhaaaaaa!!!!!!
ResponderExcluirOs homens tbem têm talento, claro!!!!! Amei... Esse Paiva é ótimo. Parabéns a ele pela iniciativa e pela capacidade de trabalho. É um exemplo digno de aplausos, principalmente, daqueles que preferem fazer nada a ser alguém na vida.
Paiva o Ivy grande abraço
Adriana-Araçatuba/SP
oi sou mary sou carioca do outro lado da baia
ResponderExcluirsou crocheteira desde criança. posso garantir
seu boné é muito estiloso, e pelo sorriso você
parece muito gente boa.abraços da colega
de profissão.